sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Imagens que se quebram
Grândolas de manhã à noite
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Prazer em conhecer
Voar no paradoxo
Olha, Zé, afinal não é apenas possível buscar o paradoxo — podemos também voar nele:
Fonte: I Love Charts
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Fluir e reflectir
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
A insistente alteridade
domingo, 17 de fevereiro de 2013
Minimizar o esforço
sábado, 16 de fevereiro de 2013
Mera hipótese
Conversa da treta das agências de rating
Público: «Moody’s corta rating da Standard & Poor’s»
Texto: Fernando Gouveia. Desenho: Matthew Buck. (Parece ter sido desenhado de propósito para o meu texto, mas não foi.)
Versão traduzida (perde-se o trocadilho entre «ranting» (dizer coisas sem sentido) e «rating», mas é a vida...):
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Pausa reflexiva
E o Oscar da Lógica vai para...
Por essa Europa fora há um escândalo com a venda de produtos ultracongelados (hambúrgueres, lasanhas, etc.) à base de carne de cavalo vendidos como se fossem de carne de vaca. Em vez de ir a um supermercado apurar se o escândalo está a afectar a venda de ultracongelados à base de carne picada, uma jornalista da SIC achou que fazia mais sentido ver de que forma a venda de cavalo por vaca afecta negativamente aqueles que vendem cavalo por cavalo.
Pergunto-me se à jornalista em causa lhe falta discernimento, ou se confia que nos falte a nós.
P.S. O título da reportagem, conforme ele surge no site da SIC Notícias, é enganador, por ambíguo: «Governo garante que não há registo de casos de carne de cavalo em Portugal». O que são «casos de carne da cavalo»? É preciso distinguir a venda de carne de cavalo como se fosse de outro animal (o que é ilegal) da simples venda de carne de cavalo (que é legal, se for assumido que é de cavalo). O título não faz essa distinção.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
O número
Um preso recente, intrigado com o facto de os outros se rirem sempre que um deles gritava um número, foi informado de que esses números correspondiam a anedotas, que assim escusavam de ser repetidas por palavras. Quando, porém, ele gritou «63», ninguém se riu. Disseram-lhe que tudo depende da maneira como a anedota é contada. (1) Tal maneira ou se ajusta ao humor do objecto ou traduz uma inépcia que, por vezes, nem sequer é objecto de humor.
(1) John Allen Paulos (s/d), Penso, Logo Rio, Lisboa, Editorial Inquérito, p. 52.
O homem é bicho fodido de se aturar
Os dados dos casamentos e divórcios entre pessoas do mesmo sexo, desde 2010, são claros: os casamentos entre homens (268) representam menos de metade dos casamentos entre mulheres (597), mas os divórcios entre homens (20) são o dobro dos divórcios entre mulheres (10).
Com todas as reservas que as estatísticas de pequenos números nos merecem, vou arriscar uma conclusão: o homem é bicho fodido de se aturar.
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
O breve intervalo
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
Será que a gente se entende?
(1) Cf. Pedro González Calero (2009), A Filosofia Com Humor, Lisboa, Planeta Manuscrito, p. 125.
(2) Idem.




![Obtusa: s. f. Fetiche com tampões e pensos higiénicos. [Wackypedia: contributos para um léxico alternativo]](http://1.bp.blogspot.com/-VeABaX4NA5g/USHjitXnV4I/AAAAAAAABlU/elMb3uF37T8/s1600/Sexo_Obtusa_500.gif)




